3 aulas gratuitas do curso liberadas nos dias 25, 26 e 27 de maio, às 19h.
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Ana Claudia Quintana Arantes é a médica que ensinou o Brasil a olhar para a morte sem desviar os olhos.
Em mais de duas décadas acompanhando pacientes com doenças graves, ela viu o que acontece quando a finitude é ignorada: decisões tomadas às pressas, despedidas marcadas por dúvidas, sofrimento que poderia ter sido organizado.
Em 2012, deu uma palestra no TEDx que viralizou e, hoje, soma quase 4 milhões de visualizações. A última frase daquela palestra (“A morte é um dia que vale a pena viver.”) se tornou o título do livro que ultrapassa 400 mil exemplares vendidos e foi traduzido para inglês, japonês, russo e coreano.
Neste curso exclusivo da CasaFolha, ela convida você a fazer a conversa que sempre foi adiada e a descobrir o que muda na vida de quem para de evitá-la.
Médica geriatra formada pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP)
Você perdeu alguém e ainda carrega o peso disso
A perda aconteceu, mas ninguém ao redor sabia exatamente o que dizer nem o que fazer. Você ficou sozinho com algo que não cabia em palavras.
Você evita pensar no assunto, mas ele aparece mesmo assim
Uma notícia, um diagnóstico próximo, uma data no calendário. A morte não pede licença para entrar. E você ainda não sabe o que fazer quando ela chega.
Você sente que a vida está passando mais rápido do que deveria
Não é medo da finitude. É a sensação de que o tempo está escorregando e que, talvez, você não esteja usando o que tem da forma que deveria.
Você quer entender o que são os cuidados paliativos de verdade
Não a versão distorcida de “desistência”, mas o que essa abordagem representa: cuidar de quem precisa ser cuidado até o fim.
Você está cuidando de alguém doente e não sabe ao certo o que fazer
Você quer ajudar, quer estar presente, mas ninguém ensinou a você como se faz isso. O silêncio pesa. As palavras, quando saem, parecem pequenas demais.
Você trabalha na área da saúde e quer cuidar melhor de quem está partindo
A faculdade ensinou a tratar a doença. Mas ninguém ensinou a estar presente no que não tem cura. Você quer preencher essa lacuna.
Você tem conversas importantes que nunca aconteceram
Com os pais, com o cônjuge, com os filhos. Coisas que precisam ser ditas e que ficam para um “depois” que nunca chega.
Você quer viver melhor e entende que a finitude pode ajudar nisso
Já percebeu que pensar na finitude, ao contrário do que parece, pode ser o caminho mais direto para viver com mais presença, mais afeto e mais clareza.
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